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Ao afirmar que todas as coisas são destituídas de uma substancialidade última, ao afirmar seu caráter de vacuidade (sunyata) e que tal constituição é correlativa à cooriginação dependente (pratityasamutpada), Nagarjuna define o caráter de reciprocidade entre nirvaṇa e saṃsara, apontando, dessa forma, uma perspectiva antimetafísica de abordagem do problema da origem do sofrimento. Esta obra é uma “monumental desconstrução” de todas as possíveis afirmações metafísicas sobre as questões centrais da história do pensamento filosófico, tais como: o tempo, o eu, o movimento, a ação, o sofrimento etc. Tais questões e a sistematização do budismo mahāyāna, empreendidos por Nāgārjuna, além de marcarem decisivamente várias tradições distintas do budismo, vão estabelecer, de forma decisiva, as bases indianas do Zen-budismo que surge na China e posteriormente migra para o Japão e a Coreia. Estamos, portanto, diante de um pensador central e de uma obra fundante do budismo mahayana.Esta tradução é a primeira versão do sânscrito para o português de Versos fundamentais do Caminho do Meio e traz as notas e os comentários minuciosos de Giuseppe Ferraro, que nos apresenta detalhadamente o vasto universo interpretativo tanto clássico quanto contemporâneo/ocidental desta importante obra.

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Em Freud as pulsões de morte e sexuais são o avesso de toda moralidade. No entanto, o paradoxo deflagrado pelo autor está no fato de que justamente essas forças opositoras constituem a nossa consciência moral. Assim, esta, em sua tarefa de impedir a livre descarga dos impulsos, no fundo luta ao mesmo tempo contra o seu próprio fundamento. Isso não é sem consequências para a cultura que, necessitando de tal renúncia empreendida por essa instância, aparece então como uma conquista frágil realizada sobre esse mal de que ela também depende para existir.

Freud transforma, assim, o fator destrutivo dos laços sociais, responsável pela violência razoavelmente injustificada entre os homens, na instância por meio da qual o indivíduo poderá refrear todos esses impulsos que ameaçam a emergência e a manutenção da cultura. Movimento teórico que revela, entre outras coisas, a inevitabilidade do mal que está ligado à ação da pulsão de morte sobre o indivíduo e a influência determinante desta no surgimento da moralidade humana.

Assim, o que se busca neste livro é examinar como as pulsões sexuais constituem a experiência da moralidade, além de o modo pelo qual Freud concebe paradoxalmente o elemento dissolutivo da pulsão de morte, que contém em si o gérmen da destruição da humanidade, como sendo o mesmo fator que propicia o surgimento da consciência moral.

 
 

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